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Noticia2-SilvestrePestana_Lello_2026

Bienal de Cerveira 2026

A XXIV Bienal Internacional de Arte de Cerveira vai decorrer de 18 de julho a 30 de dezembro de 2026, em Vila Nova de Cerveira.
Esta edição assinala os 48 anos do evento de arte contemporânea mais antigo da Península Ibérica. “Territórios sem Fronteira” — uma reflexão focada no conceito de fronteiras geográficas, sociais e políticas. A Direção Artística é conduzida por Mafalda Santos.  O Artista Homenageado é  Silvestre Pestana, figura de destaque na arte contemporânea portuguesa.

Silvestre Pestana vai apresentar, no âmbito do BABELL, uma exposição que não pode perder, a partir do dia 25 de junho, às 10h00.

Em Colapso, o artista apresenta uma instalação pensada para o espaço da Galeria Municipal do Porto que coreografa luz, arquitetura e linguagem. Usando o LED enquanto dispositivo emissor e signo cultural, explora a sua aparente obsolescência como metáfora de ruína e excesso tecnológico. A obra evoca a paisagem urbana através de símbolos visuais e textuais, reunindo ecos de trabalhos anteriores e ensaios de novas possibilidades poéticas. Entre invenção e crítica, Pestana reafirma a poesia experimental como ferramenta para interrogar o presente e a nossa relação com a promessa e o desgaste da tecnologia. Fundação Livraria Lello

Colapso

Galeria Municipal do Porto | 14 de março – 28 de junho 2026 | + inf.

Bienal de Cerveira 2026

 

A XXIV Bienal Internacional de Arte de Cerveira vai decorrer de 18 de julho a 30 de dezembro de 2026, em Vila Nova de Cerveira.
Esta edição assinala os 48 anos do evento de arte contemporânea mais antigo da Península Ibérica. “Territórios sem Fronteira” — uma reflexão focada no conceito de fronteiras geográficas, sociais e políticas. A Direção Artística é conduzida por Mafalda Santos.  O Artista Homenageado é  Silvestre Pestana, figura de destaque na arte contemporânea portuguesa.

Silvestre Pestana vai apresentar, no âmbito do BABELL, uma exposição que não pode perder, a partir do dia 25 de junho, às 10h00.

Em Colapso, o artista apresenta uma instalação pensada para o espaço da Galeria Municipal do Porto que coreografa luz, arquitetura e linguagem. Usando o LED enquanto dispositivo emissor e signo cultural, explora a sua aparente obsolescência como metáfora de ruína e excesso tecnológico. A obra evoca a paisagem urbana através de símbolos visuais e textuais, reunindo ecos de trabalhos anteriores e ensaios de novas possibilidades poéticas. Entre invenção e crítica, Pestana reafirma a poesia experimental como ferramenta para interrogar o presente e a nossa relação com a promessa e o desgaste da tecnologia. Fundação Livraria Lello

Colapso

Galeria Municipal do Porto | 14 de março – 28 de junho 2026 | + inf.

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